Estou no www.meuatelier.blogspot.com.
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Segunda
Feriado. Festa cívica. Comemoração de uma data importante. Será mesmo? Até que ponto vai a nossa independência?
Domingo
Depois da estréia na Copa América eu achei que seria impossível o Brasil piorar... mas piorou!!!! Sempre gostei de Dunga mas acho que agora ele convocou mal, escalou mal e substitui mal. Tivemos sorte de ter Robinho em momento inspirado mas apresentando algo em campo que de longe se assemelha a futebol, não consigo me empolgar com a seleção. Qualquer time do campeonato brasileiro acima da décima colocação é capaz de se exibir de maneira mais convincente.
Para completar o domingo esportivo, ou melhor, foi para começar, decepções automobilísticas. Felipe Massa tem talento mas será que o "azar" atribuído a Kimi Raikonen é contagioso?
Sábado
Meu fim de semana foi realmente cheio de esportes, afinal, sou uma torcedora nata. Fiquei pensando porque será que os brasileiros conquistam campeonatos mundiais e em Olimpíadas vão tão mal, disputando com as mesmas pessoas...
Sexta
São Pedro realmente perdeu popularidade. Cada dia mais sem graça. Os lugares que ainda festejam aproveitam a decoração, os fiéis e os restos do São João.
Não gosto muito das festas juninas, apesar de achar engraçado que sempre escolhem as pessoas com a pior coordenação motora para cortar as bandeirolas, e fica tudo torto, e sempre escolhem as pessoas mais desajeitadas para pendurar as bandeirolas, e cai tudo. Mas os motivos pelos quais dispenso a festança: sempre alguém inventa a inútil guerra de casca de amendoim e sempre cai casca no copo de quem não está participando da guerra. Eu sempre tenho essa "sorte", depois de ficar horas procurando algo sem álcool para beber... E quando eu vou dormir, descubro que há uma fogueira para iluminar a minha crise respiratória já desencadeada pela pólvora das malditas bombas. Só me resta esperar que São Pedro fique com ciúme e mande aquela chuva!!!
E meu outro blog já está pronto!!!!!!!!!!!!!! Escrevi aqui por preguiça mesmo....
Esqueci o que significa conversar através do msn e deve faltar pouco para que minha conta do hotmail seja desativada. Será o fim da cartomante????? Enjoei de conversas on-line, embora no trabalho isso seja muito útil, principalmente porque evito atender ao telefone. Sempre que atendo são ligações particulares para os meus colegas. Acabo me aborrecendo porque acho que coisa pessoal se conversa em casa ou pelo celular. Telefone de trabalho é para falar de trabalho. E, por causa da minha opinião, estou desenvolvendo um repertório de desculpas esfarrapadas especialmente para essas situações:
ele(a) não veio hoje;
este telefone não transfere para onde a pessoa está;
ele(a) está em reunião;
ele(a) está ocupado no momento;
ele(a) está em outra ligação;
ele(a) está de férias;
ele(a) está trabalhando em outro setor;
ele(a) trabalha à tarde (se for de manhã) ou trabalha de manhã (se for à tarde)... entre tantas outras.
Ah! Esqueci de dizer que tiro o telefone do gancho depois...

Uma hora dessas escrevo as minhas desculpas para não falar com alguém pelo celular... Mas já deixo o aviso que se eu atender o celular e disser que estou em aula, tem 90% de chances de ser mentira, porque em aula eu só atendo telefonemas de Gabriel ou da minha casa. Quando estou realmente em aula, eu não atendo e mando uma mensagem sms dizendo que estou em aula.
Mas, em relação a internet, parece que eu também fui engolida pelo google. Acesso o site diariamente, vivo com o e-mail aberto e pelo menos duas vezes por semana dou uma passada no orkut. E para completar, estou de mudança para um endereço blogspot!!!! Não serei fã do googletalk porque, sinceramente, enjoei de conversas em tempo real. Sempre que eu conecto, aparece alguém que tem algo útil a dizer, alguém que eu gosto de conversar e alguém que adicionei por obrigação ou educação. E este último sempre faz eu perder a paciência e me retirar do msn, perdendo a companhia virtual dos outros dois. Como a obrigação ou a educação me impedem de bloqueá-los, eu simplesmente não entro mais. Os que adicionei por educação menos mal, porque sempre tem dias que eu esqueço a boa educação que minha mãe me deu e bloqueio e excluo tais indivíduos.
Aquela decisão tantas vezes protelada de criar um novo blog, começa a se concretizar. Estou terminando as configurações do meu endereço novo. Ainda não decidi se vou abandonar completamente este cantinho aqui, talvez eu mantenha para quando sinto aquela necessidade incontrolável de escrever ou para continuar tentando entrar no Guiness... Assunto para escrever em dois blogs certamente eu tenho (e se não tiver não tem problema, eu escrevo sobre a falta de assunto) mas tempo... dá-se um jeito.
Estou dedicada aos estudos nesses últimos dias e por isso demorei de vir escrever alguma coisa sobre o gol 1.000 de Romário. Uma semana se passou mas o assunto ainda não morreu (vide reportagem amanhã no Esporte Espetacular) e agora posso escrever sem o calor da emoção. Mas, antes, um parêntese. Eu adoro o Esporte Espetacular!!!!! Será que algum dia consigo fazer uma matéria de Copa do Mundo pro programa??????? Não pretendo mais me especializar em esportes, quero ser da geral (como a galera que fazia bonito nas tardes de Fla-Flu no Maracanã e me deixava morrendo de vontade de estar lá).
Mas, voltemos a Romário. Está certo, que 1.000 gols é uma marca bonita e histórica. Também está certo que a persistência do "baixinho" em atingir tal marca, tendo que superar a barreira da idade, tem seu valor. Mas precisava a cobertura da imprensa fazer uma exaustiva e incoerente comparação de Romário com Pelé???? Cada um a seu tempo deixou seu nome gravado na história, mas se o futebol fosse um livro, Pelé seria uma página e Romário um parágrafo de oito linhas. As coincidências se resumem ao fato de os dois terem marcado o milésimo gol através de um pênalti cobrado no Maracanã. Depois do 1.000, Pelé fez mais 281 e Romário, vai fazer quantos? Pelé começou a jogar profissionalmente com 16 anos, Romário com 18. Pelé fez o gol 1.000 com 29 anos de idade e Romário com 41. Pelé fez o gol que deu origem à expressão "gol de placa", porque foi confeccionada uma placa comemorativa para o belo gol marcado contra o Fluminense. Pelé disputou quatro vezes a Copa do Mundo, foi campeão em três delas. Romário esteve na reserva em 1990 e foi o destaque da Copa de 1994, quando se sagrou campeão. Enfim, as coincidências são poucas e as diferenças inúmeras. Não desmereço o feito de Romário. Desmereço o excesso em torno dele. O futebol das décadas que Pelé jogou não é o mesmo da época que Romário jogou e joga. Mas, acredito que contra fatos não há argumentos. Não sou fã de carteirinha de Pelé nem morro de amores por Romário, portanto, minhas palavras não são emotivas, são racionais. Reitero que houve muito exagero na cobertura do gol 1.000 de Romário. Nada pessoal. E não podia deixar de passar uma piada cretina: A Volkswagen já fez muitos "gol 1.000" e não teve esse estardalhaço todo...
Não tenho nada pessoalmente contra o Papa mas a cobertura jornalísitca, ao meu ver, está exagerando. E olha que de exagero eu entendo, afinal, quantas pessoas vocês conhecem que escrevem textos tão imensos no blog???? Estão exagerando sim, no mínimo a metade dos telejornais são para matérias sobre a visita do Papa ao Brasil... dá até sono!!!!!
Entretanto, esse excesso me lembrou algumas coisas da minha infância. Primeiro, a origem do meu exagero. Segundo, ouvi a palavra "ovacionado" e me lembrei que quando eu era criança eu achava uma injustiça alguém ser "ovacionado" porque eu pensava que ovacionar era arremessar ovos em alguém. Levei algum tempo cultivando a ignorância e sempre curiosa porque eu nunca via as cascas de ovos no chão depois de alguém ser ovacionado. Minha imaginação, que já era bastante fértil e criativa, pensava que era crime e , portanto, as cascas tinham que ser escondidas para não restar vestígios.
Logo que aprendi a ler "de carreirinha" (como dizia o Sassá Mutema em "O Salvador da Pátria") minha mãe me deu um dicionário de presente e "ovacionar" foi uma das primeiras palavras que consultei. Senti um pouco de vergonha, decepção, alegria por aprender uma coisa nova... Hoje vejo tudo de maneira divertida e saudosa...

E amanhã é dia de "ovacionar" as mães....
Controlando-me para escrever um post curto....
Apenas uma frase...
"Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes."
Quem me disse a frase deu a autoria para Albert Einstein. Se não for, a culpa não é minha.
Se forem todos assim...
Ontem foi meu primeiro dia de férias no trabalho. Não consegui descansar nada, nem mesmo repor as horas de sono que perdi na noite anterior fazendo trabalho da faculdade. A cada meia hora meu celular tocava com alguém do trabalho pedindo dicas, tirando dúvidas ou querendo me comunicar alguma coisa. Fantástico, não? Os comentários da "rádio corredor" eram de que eu estava tirando férias agora para acompanhar a visita do Papa Bento XVI ao Brasil. Se eu acompanhasse seria uma mera cobertura jornalística, em um viés não muito simpático. Acho incrível as pessoas acharem lindo que as suas doações para a igreja se transformem em roupa de seda indiana, hotéis de luxo e mais não sei o que para o Papa. É por essas e outras que eu prefiro fazer doações a instituições beneficentes de boa reputação.
Passei o dia ontem entre esses telefonemas e o trabalho da faculdade que começou a terminar no dia anterior. Como cada um da equipe fez uma parte para depois juntar, o trabalho estava com quase 15 páginas, quando deveria ter no máximo 10 (sugestão imposta pelo professor). Nos reunimos na faculdade de manhã para ler o que já estava pronto e debater as questões mais importantes.
Vaidade x Praticidade - 1º round
Dois colegas quase entram em luta corporal porque a vaidade de um não concordava com a praticidade do outro. A vaidade: "Se cortar meu texto vai perder todo o sentido, ele já foi escrito de maneira simplificada, não há como tirar nenhuma vírgula..." A praticidade: "se reduziu a parte de todo mundo, vai ter que reduzir a sua também, sempre há o que cortar". Resultado: das 3 páginas que a vaidade escreveu, a particidade deixou 1 e mais um pouquinho. Ah, a praticidade não era eu, embora eu estivesse jogando nesse time.
A vaidade era um exército de um homem só, todos apoiavam praticidade, que tinha a seu favor também a necessidade de adequar o trabalho ao número de páginas. A vaidade propôs que conversássemos com o professor e ouviu um sonoro "não" mais ensaiado que coral das missas de domingo. Depois de brigarem como duas crianças brigam para saber qual é o brinquedo mais legal, vaidade e praticidade resolveram pedir que o restante da equipe julgasse o mérito da disputa. Com doses cavalares de bom senso em suas argumentações lógicas, a praticidade venceu a birra da vaidade por todos os votos contra um. As cenas da batallha foram sensacionais. Os não envolvidos diretamente resolveram aguardar o desfecho e apreciar aquele embate tão divertido. Eu pensava: se o destino colocar esses dois trabalhando no mesmo veículo de comunicação eu tenho que estar lá também, para me divertir a cada reunião de pauta.
Vaidade x Praticidade - 2º round ou O dia em que Vaidade resolveu dominar o mundo?
Quando chegamos em casa, vimos que as reduções que fizemos de manhã ainda não eram suficientes, o trabalho chegou no limite das 10 páginas, mas ainda faltava a conclusão. Eis que cabe a mim junto com praticidade, essa tarefa. Corta daqui, muda uma palavra ali, junta parágrafo. Pronto, conseguimos. Fazer todas essas considerações por msn. Mais uma vez: fantástico, não?
À noite, depois de passar quase o dia inteiro lendo e relendo o trabalho, nos reunimos no msn para uma revisão final. Quase se inicia uma luta virtual. Motivos: uma das meninas (ainda não sei qual característica a define melhor) levava muito tempo sem dar sinal de vida e começamos a desconfiar que ela estava assistindo "Paraíso Tropical". Praticidade, vaidade e eu éramos os outros integrantes on-line. Praticidade e eu estávamos cansados de computador e nem ligamos muito mas vaidade...
E eis que a integrante não "substantivada", propõe a divisão de um parágrafo. Segundo ela, os manuais de redação dizem que o parágrafo só pode ter até 6 linhas e que tínhamos que dividir os que passassem disso. Sinceramente, eu não estava muito animada para discutir. Ela, praticidade e vaidade sim. Eu só olhava a rolagem automática da tela e analisava o poder de argumentação de cada um. Sem chegar a um consenso, houve a proposta de uma votação. E o reultado? Empate!!!!!!! Como diria o repórter da TV Bahia "empate com diferença de dois gols".
Bateu desespero, pensei que ia começar tudo de novo. Mas, vaidade mudou o voto (isso mesmo, mais uma vez: fantástico, não?) e a união dos parágrafos não foi desfeita. Final feliz? Ainda não. Faltava a conclusão. A que um outro colega fez não agradou, mas eu consegui salvar um parágrafo bom. E começa uma nova série de discussão sobre como aproveitar tal parágrafo. Quase dormindo, ainda vi quando praticidade disse que ia se ausentar para escrever a conclusão e mandava pra gente depois.
A expulsão
Ainda teve um momento constrangedor a mim reservado. Escrever um e-mail para uma das integrantes da equipe comunicando que ela estava afastada por não participação. Ela pediu ao professor para entrar na nossa equipe. Concedido. Depois pediu para fazer a conclusão. Concedido. Depois...não pediu mais nada, não falou mais nada, não respondeu nenhum dos milhões de e-mails que trocávamos por dia, não apareceu nas aulas e nem nas reuniões. E lá fui eu fazer um e-mail comunicando a ela a expulsão, em nome da equipe. Nem esse ela respondeu. Difícil situação de dizer tal coisa sem ser grosseiro, sem expressar raiva. Fiz o melhor que pude. Praticidade queria mandar um texto mais ou menos assim: você não fez nada e não vai ganhar nota de graça, está fora da equipe sem direito a nenhum tipo de reclamação. Sem comentários.
Vaidade x Praticidade - 3º round
E um outro momento "enriquecedor" foi a discussão sobre a utilização de trechos de um documentário (em DVD) para ilustrar o que estivermos falando. Primeiro, a briga era usar ou não usar. Depois, a dona do documentário (vaidade, por sinal) informou que era difícil selecionar as cenas porque o DVD não tinha time-code e praticidade não queria acreditar em tamanha barbaridade. Quase brigam mais uma vez, será que termina em casamento? Em seguida, a sugestão de usar um gravador de DVD e selecionar as cenas. Praticidade se ofereceu para gravar mas sem dar garantias do serviço e aí começa uma nova discussão. A dona do DVD diz que fez um roteiro de gravação e praticidade diz que não entendeu nada. Vão ter que conversar pessoalmente. Não vou estar presente, uma pena... depois eu fico sabendo se eles conseguiram se controlar ou entraram em luta corporal.
E assim foi meu primeiro dia das merecidíssimas férias. Acordei cedo hoje para ver a tal conclusão. Fiquei feliz em ver que ela estava pronta mas triste de ver que tenho sugestões de mudanças. Como os outros também devem ter, nova briga virtual me aguarda... E enquanto escrevia esse post (não na tentativa do Guiness mas querendo deixar riqueza de detalhes...) meu celular já tocou. Precisa dizer que era do trabalho? Será que meu segundo dia de férias será igual ao primeiro?????
Vou tentar descansar um pouco, mais tarde temos que concluir a conclusão da conclusão!!! Amanhã é a apresentação e a saga termina. Será?
Fui de novo à pizzaria do post anterior. Felizmente continuo sem comer muito, caso contrário o prejuízo na balança seria bem pior.
Parece que lá é o local das coisas engraçadas acontecerem. O garçon não quis que eu fugisse das minhas características desta vez mas uma das pessoas que me acompanhava teve a sorte (?) de encontrar cebola na pizza sabor prestígio. Eles deviam estar testando novos sabores, misturas doces e... apimentadas.
Depois, a gente pede um sabor doce (sorvete) e a resposta é "não está saindo ainda não porque o gerente está ocupado". Minha espontaneidade provocou risos, eu perguntei "é o gerente que faz?" E ele respondeu "não, ele tem a chave do depósito". Aaaaahhhhhhhh!!!!!!! (Li ou vi em algum lugar, meio de comunicação de massa, alguém criticando as mulheres que colocam várias exclamações no texto, como para que reforçar o sentido da pontuação. Palavras meigas, referindo-se a tais mulheres como desprovidas de inteligência, que bastava uma exclamação. Se eu estivesse lá eu teria dito: desocupado!!!!!!!!!!!!!!!!!! sem criatividade!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! insensível!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! meta-se com a sua vida!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
Este é um post de homenagens. Homenagem a mim mesma, tentando mais uma vez escrever um post que ocupe toda a tela do monitor; homenagem a Lari, que sugeriu intertítulos; homenagem a Ju, que pediu que eu colocasse "melhores momentos" e mais imagens...e em homenagem a minha agenda, que depois de esquecida em um canto ganhou uma frase singela: "estou cansada".
Fim de semana
Fim de semana com aniversário de namorado... tão fofo! O fim de semana, o aniversário e o namorado!Saímos para comer pizza. Foi divertidíssimo. Eu sempre sou cliente preferencial em rodízios porque o máximo que meu estômago suporta são quatro fatias. Sempre que consigo atingir essa meta é porque passei horas sem comer, e aí vem o efeito colateral. Dores insuportáveis acompanhadas de náuseas e sensação de mal-estar.
Desta vez, excetuando-se o mal estar, foi tudo diferente. Ao invés de passarem como flechas, os garçons desfilaram as bandejas na nossa frente ( um amigo meu uma vez agarrou o garçon pelo braço e quase derruba a bandeja, uma vergonha... ) e um, praticamente implorava para que eu aceitasse os sabores que ele me oferecia. Se eu estivesse sozinha eu teria saído correndo achando que era algum tipo psicótico que mata as suas vítimas estourando seus estômagos! Minha intensa criatividade não aceitaria uma desculpa mais simples, do tipo "ele é surdo".
Fiquei em pânico. Ele perguntava "lombinho, senhora?" Eu respondia "não, obrigada" e lá vinha ele querendo me servir. Eu, desesperada, dizia "não, não, eu disse não".

Esporte
Estava assistindo ao telejornal BA-TV quando vi o repórter dizendo que "para espantar a crise, que resultou na demissão do técnico na semana passada, o Fluminense só tem duas alternativas: vencer o Bahia ou empatar com diferença de dois ou mais gols". Não sabia se chorava ou ria. Eu sei perfeitamente que televisão é uma correria mas como pode haver gols de diferença em um empate? A regra não é clara????????????? Ok, vão dizer que eu sou intolerante. Apenas estou pedindo uma explicação pois no meu entendimento, toda vez que há diferenças de gols no placar é porque alguém venceu. Neste caso, não era melhor dizer logo "vencer ou vencer"?
Ainda bem que os telespectadores não são tão atentos, isso me poupa algumas brigas amanhã. Esse repórter, Ivan Andrade, se não me engano, é na minha opinião um profissional no máximo regular. Já testemunhei ele chegando atrasado para cobrir a travessia a nado Mar Grande- Salvador. Ele saiu empurrando os colegas de profissão para entrevistar o vencedor mas as imagens da chegada que apareceram no telejornal depois foram "gentilmente cedidas". As brigas que não terei amanhã não seriam para defendê-lo mas para defender a mim mesma. Tem sempre algum metidinho a engraçado que faz comentários ainda mais metidos a engraçados sobre jornalistas. Até parece que é só no Jornalismo que há maus profissionais!!!!
Ó paí ó
Ó paí ó, ainda não vi o filme.
Ó paí ó, me disseram que é bom.
Ó paí ó, o UOL está me oferecendo a "oportunidade" de ter anúncios no meu blog. Não permito. É como se eu estivesse permitindo que colocassem uma espécie de chip no meu cérebro para que as idéias já saíssem com marca registrada... Talvez eu mude de idéia mas gosto do blog assim, blog, sem banner, sem concorrência comigo!
Ó paí ó, o post ficou grandinho mas ainda não é desta vez que entro pro Guiness. Ainda chego lá...
Melhores momentos
Alguém viu algum??????
Tive uma semana complicada. Daquelas em que você é testado o tempo todo, por várias pessoas, sob vários aspectos. Perdas, ganhos, enfim, a vida.
Momentos em que faltam palavras, momentos em que você tem que escolhê-las, momentos em que elas são mal entendidas...
Acabou a semana, ficaram grandes lições. E que nesta semana eu tenha mais motivos para sorrir do que para chorar.
Uma imagem para fechar, nesta semana em que palavras dominaram. Não me peçam justificativas, não terei.

Não quero ver chocolate na minha frente nos próximos 20 anos!!!!!!! Ainda bem que eu posso comer de olhos fechados!!!!!
Passei rapidinho por aqui para dizer que não desistam de seus sonhos. GANHEI O OVO DE PÁSCOA DO BATMAN!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Semana Santa em que teremos que tomar várias decisões gastronômicas importantes, e talvez a principal delas seja, cair ou não cair em tentação!!
1. Seguir a tradição e comer peixe? Inovar e comer aves?
2. Optou pelo peixe? De mar ou de rio?
3. Sendo de mar, verificar a procedência ou acreditar que não há problemas com os peixes "baianos"?
4. Optou por ave, frango ou peru? Chester talvez?
5. Nem peixe, nem ave. Então, bacalhau ou camarão?
6. Qual a receita, seja lá qual a for a sua opção de menu?
7. E a sobremesa?
8. E quanto aos ovos de Páscoa? Caseiros ou industrializados?
9. Chocolate ao leite, com morango, crocante, wafer, branco?
10. Garoto, Nestlé, Lacta?
11. Batman? Superman? Spiderman? Hello-kitty?
12. Prestígio? Chokito? Sonho de Valsa?
Já é a sétima vez que começo a escrever o post. Apaguei as seis vezes anteriores. Nenhuma junção de letras me agrada. Acho que é porque estou escolhendo demais as palavras, coibindo minha criatividade e minha capacidade imensa de tecer longos e longos e comentários sobre qualquer assunto, até mesmo nenhum. Já falei sobre isso antes... em outro post que está em uma daquelas linhas de histórico ali do lado... então, por que estou falando de novo? Falta de assunto? Talvez, não pensei no "tema" do post e nada se destacou a ponto de pedir "escreva sobre mim". Quero escrever!!!!!! Temas, apareçam!!!!!
E como num passe de mágica, eles surgem. Agora eu quero falar sobre trote aos calouros nas universidades, aeroportos, Diego Alemão - o "namoradinho do Brasil", imaturidade, e a tentativa de ocupar a tela inteira do monitor com um post só....
Comecemos. Trote aos calouros. Acho um tremendo desperdício de tempo e inteligência qualquer outro tipo de trote que não seja com um caráter construtivo. Das três Universidades pelas quais passei, o melhor era o da UNEB. Uma espécie de gincana com tarefas como doação de sangue, livros, brinquedos, roupas... Todo mundo sai ganhando no final. Em pleno século XXI ainda existem aqueles que insistem em coisas improdutivas. Lamento. Acho que eu encaro o período da faculdade de maneira diferente, a juventude de maneira diferente. Sou tradicional, conservadora, careta, se preferirem. Sou feliz assim. Acho, ou melhor, tenho certeza que responsabilidade nunca fez mal a ninguém.
Não vou gastar muito tempo com este assunto, quero superficialidades, entretenimento. Somente por pirraça ao núcleo intelectualóide de plantão. Por que não pode haver informação em produtos como Big Brother Brasil? Enxerguei pelo menos uns vinte temas de TCC no BBB7 para desespero dos meus colegas acadêmicos!!!! E, pasmem! São temas para o meu TCC de Jornalismo e o de depois dele, ainda não sei se Direito, Psicologia... E quem sabe ainda não pego um pra minha pós graduação? Não vou divulgar agora quais são os temas porque agora me surge a idéia de reservar alguns deles para mim. Afinal, dizem, que o segredo é a alma do negócio. Controvérsias a parte, seguro morreu de velho e não vou arriscar.
Aqui vale um parêntese, não gráfico, para falar do TCC. Ele já ocupa boa parcela dos meus pensamentos. Até me vejo, horas sentada em frente ao computador, isolada de tudo e de todos, dormindo abraçada com os livros, roendo as unhas dos pés por já faltarem as das mãos, descontando todo o stress na família e namorados... Argumentando com professor, seguindo as suas orientações e reclamando se ele me fizer elogios rasgados. Ele tem que exigir o máximo de mim. Depois, no dia da apresentação, vou estar mais tensa do que a situação nos aeroportos brasileiros, vou esquecer metade do que tenho que falar e vou sofrer mil inquisições da banca, que para mim será como um júri; e no fim vou ligar para Gabriel falando setecentas palavras por segundo (acho que todo mundo acelera a fala quando está nervoso) e dizendo que a apresentação foi uma porcaria. Aí passo um tempo sem querer ouvir falar no assunto e depois vou reler o trabalho todo e achar uma série de erros e coisas que poderiam ter sido melhoradas. Sou previsível, não?
Agora, voltando aos meus assuntos do post, os aeroportos. Imagino o caos que não deva estar, apesar de não estar acompanhando os noticiários. Imagino que haja um grupo defendendo o direito de ir e vir das pessoas e outro defendendo condições de trabalho decentes para os controladores. Discutem, discutem, discutem. Nada fazem. Alguns talvez... fazem eleitores para a próxima eleição! Já estou cansada de ver isso. Ou é um jogando a culpa pra cima do outro (quando é coisa ruim) ou é briga pela paternidade (quando a coisa é boa). No final das contas, não resolvem nada, a população sofre e as coisas terminam pela lógica do destino e acontece o que tinha que acontecer. Coisa chata.
Meu próximo assunto: a imaturidade. Ainda consigo ficar surpresa com atitudes como a que vi e senti esta semana. Deixar de falar com alguém a troco de nada, a gente chama de que? Imaturidade, infantilidade? No caso, deixaram de falar comigo sem motivo. Não estou chateada, palavra de são-paulina. Qual o meu sentimento? Piedade. Sinceramente, eu tenho pena de ver tamanha pobreza de maturidade, até mesmo de espírito. Eu não perdi uma amiga, isso eu tenho certeza. Amigos não agem assim. Ela é que perdeu a amiga. Sempre tive a teoria (essa acho que com fundamento) de que maturidade e idade rimam por mero acaso e, que a existência de uma não implica necessariamente na existência da outra. Neste caso, entretanto, eu estou torcendo para que uma traga a outra de mãos dadas. Só não sei quem virá na frente.
E, para encerrar, a tentativa de fazer um mega post que ocupe a tela inteira. Acho que ainda não será este mas que em breve atingirei meu objetivo. Sem pretensão de entrar pro Guiness, apenas me divertir. Falando em diversão, não vejo a hora de visitar a Feira Internacional de Cultura e Artesanato, a Bienal do Livro e de assistir Ó paí ó....
Outro parêntese, de rodapé. Meu blog agora tem auto-salvamento e não preciso mais digitar no Word antes de transportar pra cá. Aprovei o recurso, lógico.
E... eis que a fome se torna maior do que a minha capacidade de tecer longos textos sobre qualquer assunto, ou no popular, encher linguiça. Ainda bem que os ovos da Páscoa só virão semana que vem... a balança agradece.
Depois de um período de instabilidade, meu computador resolveu parar de vez. Por algum ou alguns motivos que já nem sei direito levei muito tempo para procurar a assistência técnica. Lembrei de um técnico que consertava computador lá no trabalho... seja lá qual fosse o defeito ele dizia que a causa era "mal contato do teclado". Tsc, tsc, tsc. Na hora de me entregar o computador, eles me pediram para aguardar enquanto iam buscar a máquina e eu esperei tanto que fui lá e perguntei "estão remontando minha máquina?" Comentário sutil que surtiu efeito!!!
Bom que ele voltou nas vésperas da Páscoa, serve de inspiração para minha veia filosófica traçar uma série de Teorias sem Fundamento... Muita coisa mudou desde o último post, muita coisa continuou igual. Qual a novidade nisto? Nenhuma? Apenas estou aproveitando os minutos de folga que me dei para matar a saudade do teclado e escrever, escrever, escrever.
Meu TCC começa a se desenhar na minha cabeça, meu orientador obviamente terá que ser insuportavelmente chato e exigir que eu alcance 99,9% de perfeição ou caso contrário não nos daremos bem. Agora que meu lado "cedeefista" está quase integralmente assumido eu decidi que se minha nota final for igual ou menor que 8,0 eu vou querer repetir o semestre!!!! Estou antecipando um pouco o TCC, talvez ele só aconteça em 2009... Absolutamente normal, considerando que na segunda semana de faculdade eu já pensava nele.
Foram quase três meses sem escrever, portanto, não estou pensando muito em pontuação, coerência, conclusão, ortografia... Eu até quero que as idéias fiquem deconexas. Deixar um pouco de lado a organização e a seriedade devem me fazer bem... Será? Tirem suas próprias conclusões e me informem... ou não. Neste período de férias do blog eu vi minha amiga contracenando com Alessandra Negrini e Fábio Assunção em "Paraíso Tropical". Ok, ok, não foi uma ceeeena enorme, cheia de emoções etc. Uma ponta, um texto insignificante para a trama, nada disso importa, o que conta mesmo (não coloquei o importante para os engraçadinhos não pensarem "o importante é que o Banco Real dá dez dias sem juros no Cheque Especial"), bem ,retomando, o que conta é que ela está na Globo e que lutou muito para chegar lá. Chegou pelos próprios méritos e em breve seu talento será reconhecido, afinal, nenhum grande ator estreou como protagonista. Estou muito feliz por ela!!!!
O que mais de relevante tenho para contar? Que comprei "post-it" e agora por onde passo deixo um rastro de adesivos amarelos? Que comecei a torcer para que o Diego seja o vencedor do Big Brother Brasil 7? Que revivi meus dias de criança e fui toda empolgada comprar meu material escolar? Que fiquei exibindo meu fichário para as pessoas mais próximas e perguntando "não é lindo?" Que meu peso aumentou? Que estou com saudades de Schumacher? Que comparei meu "humor refinado" ao de Wilson Gomes? Que adoro assistir Dança dos Famosos no Faustão? Que pulei de felicidade com a volta de Silvio Santos aos domingos? Que tenho sonhado com o trabalho? Que me tornei cocacólatra? Verdade, nunca bebi tanta Coca-cola na minha vida quanto nos três últimos meses. Light, light-lemon, zero, normal... todas! Que mais? Que não comecei a pensar em cortar o cabelo ainda, (geralmente é depois da Páscoa)? Que fui a um aniversário de três anos de um filho de uma colega e que quase não dou o presente a ele de tanto que eu gostei? Meu irmão estava comigo na hora da compra e ficou criticando o meu comportamento na loja... sem graça ele, parece até que não teve infância... só porque eu cresci eu não posso mais brincar? Não concordo.
Que mais tenho para contar? Que estou pensando em ficar por aqui mesmo e não mudar de blog? Que quero um ovo de páscoa do Batman? Que meu namorado não quer me devolver o CD que Lari fez pra mim? Fui emprestar para ele ouvir e agora ele se acha no direito de confiscar!!!! Que Juliana me convidou com mais de um mês de antecedência para o aniversário dela e que eu ainda não sei que presente comprar? Que tenho, pra variar, muita coisa para ler e pouco tempo? Que estou querendo, não sei como, estagiar? Que mudei algumas coisas no meu perfil do orkut? Que comprei vários gibis e li tudo?
Ah, sim, coisa importante a dizer: tenho que ir!!!!!! Minhas horas de folga acabaram, agora é voltar ao batente...
Meu computador resolveu ligar!!!!! Achei que o problema estava no monitor, porque não havia nenhum sinal sonoro quando ele iniciava. Agora que ele resolveu voltar a funcionar normalmente... fico pensando... terá sido... algo assim... sobrenatural???? Lembrei de algo que aconteceu há muitos anos... Acho que o Manoel Carlos iria gostar de ler o relato a seguir, que aconteceu comigo... poderia inspirar as próximas aparições da Nanda em "Páginas da Vida"....
Há não sei quantos anos, todos os dias de manhã o aparelho de som ligava sozinho. Todo dia a mesma coisa, eu estava tomando café e de repente começava a ouvir uma música, a mesma música - Porto Seguro, do Asa de Águia. Quando olhava, estava lá o led indicador ligado. Da mesma maneira misteriosa que ele ligava, desligava. Tudo não passava de segundos mas invariavelmente eu me assustava muito. Na época, os aparelhos de som de alta tecnologia tocavam rádio, disco de vinil e cassete. E Sharp era uma marca de altíssima credibilidade e preço. Eu tinha um aparelho assim... o famoso "3 em 1" da Sharp.
Pelo que eu lembro do manual (desde pequena eu leio todos os manuais de eletrodomésticos, não necessariamente antes de mexer no aparelho...) não havia a opção de programar despertador, e, se houvesse, ninguém na minha casa havia feito tal programação. Meu irmão se divertia com o mistério mas eu, como já disse, ficava muito assustada.
E então minha mãe resolveu acabar com meu sofrimento cortando o mal pela raiz, nesse caso, pela tomada. Sem alimentação de energia o som ficaria parado, certo? Para meu desespero, errado!!!! Mesmo sem estar conectado à tomada, e estava mesmo pois minha mãe desligara na noite anterior, o som tocou naquela manhã. Desta vez foi algo mais apavorante, ele ficou tocando sozinho até que num ato de coragem, desespero, pânico, instinto de sobrevivência ou sei lá o que, eu fui até o som e vi lá o botão on/off pressionado. Se éramos 3 pessoas em casa e eu, de frente para o som, vi que nenhum de nós foi lá pressionar aquele botão, então... quem foi?????
Botão desligado e obviamente, café da manhã interrompido. Com muito custo consegui manter no estômago a parte da refeição que precedeu o episódio. Minha mãe, sem saber o que fazer, falou que não adiantava cortar a energia e recolocou tudo em seu lugar. A partir da manhã seguinte começamos a ligar o som todas as manhãs por alguns meses. Nunca mais ele ligou sozinho. Hoje já não temos mais o aparelho. Alívio!!!!